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Creatina: Benefícios, Malefícios e Efeitos Colaterais.

1. Introdução A creatina é um composto orgânico produzido pelo próprio corpo a partir de aminoácidos (arginina, glicina e metionina). Aproximadamente 95% da creatina corporal está nos músculos esqueléticos , onde atua principalmente como reserva energética para a rápida regeneração de ATP (adenosina trifosfato) durante esforços de alta intensidade e curta duração — como sprints e séries de musculação intensas. Revistas Ponteditora Além da produção endógena, a creatina pode ser consumida pela alimentação (carnes vermelhas, peixes) ou por suplementação nutricional , sendo uma das substâncias mais estudadas na literatura científica. Creatina 2. Mecanismo de ação A creatina é fosforilada dentro das células musculares para formar fosfocreatina (PCr) , que funciona como um “reservatório” de fosfatos de alta energia para regenerar ATP. Isso ajuda a manter a energia durante atividades intensas e melhora a capacidade de trabalho muscular. Revistas Ponteditora 3. Benefíci...

Aerofobia os Mecanismos, Impactos e Abordagens de Tratamento

<a target="_blank" href="https://www.google.com/search?ved=1t:260882&q=Aerofobia+os+Mecanismos,+Impactos+e+Abordagens+de+Tratamento&bbid=5191279255478720805&bpid=6929861454847337352" data-preview>Aerofobia os Mecanismos, Impactos e Abordagens de Tratamento</a>
Resumo:
Este artigo explora a aerofobia, um transtorno de ansiedade caracterizado pelo medo intenso e irracional de voar. Investigamos os mecanismos subjacentes à aerofobia, seus sintomas, fatores de risco e impactos na vida cotidiana. Além disso, discutimos as abordagens de tratamento disponíveis, incluindo terapias comportamentais e farmacológicas, bem como estratégias para superar o medo de voar.
Aerofobia


1. Introdução:
A aerofobia, também conhecida como medo de voar, é uma fobia específica que afeta uma parcela considerável da população. As pessoas que sofrem de aerofobia experimentam uma ansiedade extrema e angústia associada a voar ou pensar em voar, limitando suas oportunidades de viagem e interações sociais.

2. Mecanismos da Aerofobia:
Os mecanismos subjacentes à aerofobia envolvem uma combinação de fatores genéticos, experiências passadas traumáticas e aprendizagem por associação. A amígdala, uma parte do cérebro associada ao processamento do medo, pode estar hiperativa em indivíduos com aerofobia, levando a uma reação exagerada a estímulos relacionados a voos.

3. Sintomas e Impactos:
Os sintomas da aerofobia incluem palpitações, sudorese, náusea, tremores, sensação de falta de ar e pânico intenso antes ou durante o voo. A evitação de situações que envolvem voos pode resultar em isolamento social, impacto nas oportunidades profissionais e perda de experiências de vida enriquecedoras.

4. Fatores de Risco:
Histórico de ansiedade, traumas de voo passados, falta de familiaridade com a aviação e influências sociais podem aumentar a probabilidade de desenvolvimento da aerofobia. Além disso, a exposição a notícias negativas sobre acidentes aéreos pode contribuir para a intensificação desse medo.

5. Abordagens de Tratamento:
Diversas abordagens terapêuticas têm se mostrado eficazes no tratamento da aerofobia. A terapia cognitivo-comportamental (TCC) é amplamente utilizada para identificar e modificar padrões de pensamento negativos relacionados ao voo. A exposição gradual, seja por meio da imaginação guiada ou de voos reais, ajuda os indivíduos a enfrentar o medo de maneira controlada. Além disso, a terapia farmacológica, como ansiolíticos, pode ser considerada em casos mais graves.

6. Estratégias de Superar a Aerofobia:
A educação sobre a segurança da aviação, os processos de voo e as estatísticas de segurança pode ajudar a desmitificar os medos infundados. Participar de programas de treinamento para enfrentar o medo de voar, disponíveis em muitas companhias aéreas, oferece apoio especializado durante o processo de exposição gradual.

7. Considerações Finais:
A aerofobia pode afetar negativamente a qualidade de vida e limitar as oportunidades de experiências enriquecedoras. Compreender os mecanismos subjacentes, reconhecer os sintomas e buscar tratamento adequado são passos essenciais para superar o medo de voar. A conscientização pública sobre a aerofobia e a disponibilidade de recursos de suporte podem ajudar a reduzir o estigma associado a esse transtorno e a oferecer apoio àqueles que desejam superar seu medo e voltar a explorar o mundo por meio do voo.

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Graduado em Psicologia Clinica pela UNIVERSO-GO
Trabalha na Prefeitura de Goiânia
@marcioa._souza

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