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Creatina: Benefícios, Malefícios e Efeitos Colaterais.

1. Introdução A creatina é um composto orgânico produzido pelo próprio corpo a partir de aminoácidos (arginina, glicina e metionina). Aproximadamente 95% da creatina corporal está nos músculos esqueléticos , onde atua principalmente como reserva energética para a rápida regeneração de ATP (adenosina trifosfato) durante esforços de alta intensidade e curta duração — como sprints e séries de musculação intensas. Revistas Ponteditora Além da produção endógena, a creatina pode ser consumida pela alimentação (carnes vermelhas, peixes) ou por suplementação nutricional , sendo uma das substâncias mais estudadas na literatura científica. Creatina 2. Mecanismo de ação A creatina é fosforilada dentro das células musculares para formar fosfocreatina (PCr) , que funciona como um “reservatório” de fosfatos de alta energia para regenerar ATP. Isso ajuda a manter a energia durante atividades intensas e melhora a capacidade de trabalho muscular. Revistas Ponteditora 3. Benefíci...

Hematofobia Exploração dos Aspectos Clínicos, Causas e Estratégias de Intervenção

Resumo:
Esta monografia analisa a hematofobia, um transtorno de ansiedade caracterizado por um medo irracional e persistente de sangue. O documento explora os aspectos clínicos da hematofobia, incluindo seus sintomas, fatores de risco e diagnóstico. Além disso, são discutidas as possíveis causas subjacentes, como fatores genéticos e experiências de vida, e são apresentadas estratégias de intervenção, incluindo abordagens terapêuticas e técnicas de enfrentamento.
Hematofobia


1. Introdução:
A hematofobia, também conhecida como medo irracional de sangue, é uma fobia específica que afeta uma parcela significativa da população. Aqueles que sofrem de hematofobia experimentam uma reação intensa de ansiedade, pânico ou desconforto quando confrontados com sangue, feridas abertas ou procedimentos médicos que envolvem sangue.


2. Aspectos Clínicos da Hematofobia:
A hematofobia é caracterizada por sintomas físicos e psicológicos que incluem aumento da frequência cardíaca, sudorese, náusea, tontura, tremores e ansiedade intensa. Em casos graves, esses sintomas podem levar a evasão extrema de situações relacionadas ao sangue, afetando negativamente a qualidade de vida.

3. Fatores de Risco e Causas:
Fatores genéticos, neurobiológicos e experiências de vida desempenham um papel na origem da hematofobia. Histórico familiar de ansiedade ou fobias, traumas relacionados ao sangue ou procedimentos médicos, bem como um estilo de criação superprotetor, podem aumentar a probabilidade de desenvolvimento desse transtorno.

4. Diagnóstico:
O diagnóstico de hematofobia é feito com base nos critérios estabelecidos pelo Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM-5). É importante diferenciar a hematofobia de reações normais ao sangue, uma vez que a intensidade e a persistência dos sintomas são indicadores cruciais para o diagnóstico.

5. Abordagens Terapêuticas e Estratégias de Intervenção:
Diversas abordagens terapêuticas têm se mostrado eficazes no tratamento da hematofobia. A terapia cognitivo-comportamental (TCC) é frequentemente usada para identificar padrões de pensamento negativos e substituí-los por pensamentos realistas. A exposição gradual ao estímulo temido, como imagens ou situações que envolvam sangue, é uma técnica-chave na TCC. Além disso, a dessensibilização sistemática, a terapia de realidade virtual e, em alguns casos, medicamentos ansiolíticos também podem ser considerados.

6. Estratégias de Enfrentamento:
Indivíduos com hematofobia podem se beneficiar de técnicas de enfrentamento, como técnicas de relaxamento, respiração profunda e mindfulness. A educação sobre a natureza da fobia, a compreensão dos gatilhos pessoais e o desenvolvimento de um plano de ação para lidar com situações de ansiedade são cruciais no processo de recuperação.

7. Considerações Finais:
A hematofobia é uma condição que pode ter um impacto significativo na qualidade de vida dos afetados. Reconhecer os sintomas, buscar ajuda profissional e adotar estratégias de intervenção são passos importantes para superar esse transtorno. A conscientização pública, a educação sobre saúde mental e a disponibilidade de tratamentos eficazes são essenciais para apoiar aqueles que vivenciam hematofobia.

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Graduado em Psicologia Clinica pela UNIVERSO-GO
@marcioa._souza

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