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Creatina: Benefícios, Malefícios e Efeitos Colaterais.

1. Introdução A creatina é um composto orgânico produzido pelo próprio corpo a partir de aminoácidos (arginina, glicina e metionina). Aproximadamente 95% da creatina corporal está nos músculos esqueléticos , onde atua principalmente como reserva energética para a rápida regeneração de ATP (adenosina trifosfato) durante esforços de alta intensidade e curta duração — como sprints e séries de musculação intensas. Revistas Ponteditora Além da produção endógena, a creatina pode ser consumida pela alimentação (carnes vermelhas, peixes) ou por suplementação nutricional , sendo uma das substâncias mais estudadas na literatura científica. Creatina 2. Mecanismo de ação A creatina é fosforilada dentro das células musculares para formar fosfocreatina (PCr) , que funciona como um “reservatório” de fosfatos de alta energia para regenerar ATP. Isso ajuda a manter a energia durante atividades intensas e melhora a capacidade de trabalho muscular. Revistas Ponteditora 3. Benefíci...

O Impacto Devastador da Guerra na Saúde Mental: Uma Análise Profunda

<a target="_blank" href="https://www.google.com/search?ved=1t:260882&q=saude+mental+durante+a+guerra&bbid=5191279255478720805&bpid=2482605029161046071" data-preview>Saúde mental durante a guera</a>

 Introdução

A guerra, infelizmente, tem sido uma constante na história da humanidade, deixando um rastro de destruição e trauma físico e psicológico em seu caminho. Além dos danos visíveis causados por conflitos armados, é importante destacar os efeitos insidiosos que a guerra pode ter na saúde mental das pessoas envolvidas, sejam elas combatentes ou civis. Este artigo explora os impactos profundos e duradouros da guerra na saúde mental, destacando a necessidade urgente de apoio e intervenção para as vítimas.
Saúde metal em uma guerra


Transtorno de Estresse Pós-Traumático (TEPT)
Um dos resultados mais comuns da exposição à guerra é o desenvolvimento do Transtorno de Estresse Pós-Traumático (TEPT). Esta condição afeta não apenas os combatentes, mas também os civis que vivem em zonas de conflito. Os sintomas do TEPT incluem flashbacks perturbadores, pesadelos, ansiedade severa e evitação de situações que possam relembrar o trauma. O impacto do TEPT na qualidade de vida das pessoas afetadas é profundo, frequentemente levando a dificuldades em manter relacionamentos, empregos e até mesmo atividades diárias básicas.

A guerra também está fortemente associada ao aumento da incidência de depressão e ansiedade. A incerteza constante, a perda de entes queridos e a exposição a eventos traumáticos podem desencadear ou agravar essas condições. Indivíduos que experimentam esses distúrbios podem enfrentar dificuldades significativas em lidar com o estresse cotidiano e, em casos extremos, podem se tornar vulneráveis a pensamentos suicidas.

A guerra frequentemente leva ao deslocamento em massa de populações, resultando na perda de laços comunitários e de um senso de pertencimento. Isso pode levar a um sentimento de desorientação e alienação, afetando profundamente a saúde mental das pessoas afetadas. O deslocamento forçado também pode desencadear uma série de problemas psicológicos, como sentimentos de impotência, desespero e isolamento.

As crianças são particularmente vulneráveis aos efeitos traumáticos da guerra. Testemunhar a violência, perder familiares e a insegurança constante podem ter efeitos duradouros em seu desenvolvimento emocional e psicológico. Crianças expostas à guerra têm maior probabilidade de desenvolver TEPT, problemas de aprendizado, dificuldades de concentração e comportamento agressivo.

Além dos impactos imediatos, a guerra pode perpetuar um ciclo de trauma ao longo de gerações. O trauma não tratado pode ser transmitido de pais para filhos, criando um ambiente familiar marcado pela ansiedade, depressão e dificuldades de relacionamento.

Conclusão
A guerra não só causa danos visíveis, mas também inflige feridas profundas na saúde mental das pessoas envolvidas. É imperativo que sejam implementadas estratégias de apoio e intervenção para ajudar as vítimas a superar esses desafios. Além disso, é fundamental que a prevenção de conflitos e a promoção da paz sejam prioridades globais, visando reduzir o sofrimento humano e preservar a saúde mental das gerações futuras. A paz é, sem dúvida, a maior proteção contra os efeitos devastadores da guerra na saúde mental da humanidade.

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Márcio A. Souza
Graduado em Psicologia Clinica pela UNIVERSO-GO
@marcioa._souza

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